As minhas luas são tantas que até perco as contas. Às vezes são dias inteiros no escuro, sem que o sol apareça, sem que a paz aconteça. As minhas luas me deixam nua e crua de dor. Fico em carne viva e até Deus duvida do meu amor.
Naqueles corredores minúsculos, às vezes cheio de flores novas ao chão ou de tempo quente em frente. Nesses dias, ela assiste, em cada passo, ao correr dos dias, das horas, dos minutos, dos segundos tão cansados e dispostos a correr atrás daqueles desejos tão presentes no futuro mas criados agora. É que praticar o agora faz efeito amanhã.
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